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O romance  Nenhum Olhar é o livro escolhido este mês no Clube de Leitura da Livraria Blooks, no Rio de Janeiro, Brasil, com as seguintes sessões:

- 14 de fevereiro na Livraria de Botafogo,
- 27 de fevereiro na Livraria de Niterói.

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publicado às 19:14

O jornal Expresso convidou José Luís Peixoto a criar dois marcadores de livros, com textos inéditos, para oferecer aos seus leitores.

 

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publicado às 09:28

A 22ª edição portuguesa do romance Nenhum Olhar é assinalada com uma nova capa, disponível já nas livrarias de todo o país.

 

Imediatamente após a sua primeira edição, Nenhum Olhar teve um imenso impacto no meio literário português. Com unânimes elogios da crítica e uma entusiástica recepção do público, foi mencionado nos principais prémios literários da época, tendo acabado por vencer o Prémio Literário José Saramago, em 2001, contribuindo assim para o próprio prestígio do galardão.

 

Hoje, após mais de vinte edições em Portugal, traduzido para quase trinta idiomas, estudado em universidades de diversos continentes, Nenhum Olhar é reconhecido como uma das obras essenciais do início do século XXI português.

 

"Um romance que cativa imediatamente pela força das imagens, pela elegância do ritmo da frase, pela densidade dos percursos reflexivos que somos levados a percorrer com o narrador (por vezes configurado em narradora) em torno de homens e mulheres que habitam o espaço rural português. O equilíbrio temático, a maturidade filosófica das sugestões reflexivas, o cativante ritmo da prosa, a beleza imagística da escrita são elementos inquestionáveis deste romance. Mas não se pense que Nenhum Olhar é uma obra destinada a um leitor modelo, carregado de erudições ou trejeitos intelectuais. Nada disso. Este é um livro que atravessa todas as camadas de público. É inteligente sem ser ostensivo, é culto sem ser pretensioso, é belo sem ser narcísico."

António Frias Martins (na entrega do Prémio Literário José Saramago)

 

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publicado às 11:38

O romance Livro representa Portugal na coleção "La Biblioteca del Mondo", distribuída pelo jornal La Reppublica, com autores como Chimamanda Ngozi Adichie, Mo Yan, Nadine Gordimer, Guillermo Arriaga, Han Kang, entre outros. 
Disponível nas bancas de toda a Itália.

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publicado às 11:46

La novela En Tu Vientre acaba de ser publicada en Chile por Literatura Random House.

 

 

«Bellísima, una de las mejores novelas de Peixoto. Lo acabamos de leer y querríamos que no terminara.»

Jornal de Letras

 

«Con su maestría y serenidad habituales, Peixoto nos acompaña en un viaje al corazón de la bondad y la inocencia.»

Rua de Baixo

 

«A través de una narrativa que cruza el rigor histórico con la riqueza de los personajes, [...] la historia constata la importancia única que ocupan las madres en la vida de los hijos. En tu vientre permanecerá en la memoria de los lectores durante mucho tiempo.»

Segredo dos Livros

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publicado às 15:24

"Portugal de José Luís Peixoto", conduzido por Luís Osório, registado principalmente em Galveias, produzido e realizado por Até ao Fim do Mundo. Transmitido na RTP em 2013.

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publicado às 09:13

Asahi

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Mainichi

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Sinkan JP

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Sinkan JP

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Nihon Keizai

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Asahi - Crítica Literária Yukiko Konosu distingue Galveias como um dos três melhores livros estrangeiros do ano no Japão 

Jornal Asahi, Yukiko Korosu.jpg

 

Vogue Japan

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publicado às 21:54

Um excerto do livro Abraço, de José Luís Peixoto, foi trabalhado por diversos artesãos portugueses no âmbito de uma exposição dos tradicionais "lenços de namorados",  patente até fevereiro de 2019 no Museu Regional de Guadalajara, México.

 

Para além de José Luís Peixoto, foram também trabalhados fragmentos da obra de Pedro Tamen e Herberto Helder.

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publicado às 23:58

 

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publicado às 10:34

O Monte Kumgang, na Coreia do Norte, é um lugar que existe. Estar lá é uma experiência tão concreta como estar aqui. Lá, também é possível olhar em volta. A natureza impressiona, as árvores, os cursos de água, as cascatas, o oxigénio é tão limpo e fresco que chega a doer nos pulmões.

 

Os encontros entre famílias separadas pela guerra da Coreia têm lugar num hotel que fica no sopé do Monte Kumgang. Também esse hotel, com a sua enorme recepção, com os seus quartos de lençóis bem passados a ferro, é um lugar que existe. As alcatifas cheiram a detergente pobre, sem perfume.

 

Os familiares da Coreia do Sul chegam de autocarro, o monte e o hotel ficam a poucos quilómetros da fronteira que atravessa a península. Foi num desses autocarros que chegou a senhora Han Shin-Ja, fazia parte das 89 pessoas que vieram para a reunião de agosto de 2018.

 

A senhora Han Shin-Ja tem 99 anos. Durante a guerra da Coreia, viajou para sul, deixando as filhas a norte. Essa separação era para ser temporária mas, de repente, as fronteiras foram fechadas e não voltou a ter possibilidade de vê-las. Essas crianças têm hoje 71 e 72 anos.

 

Como se passam mais de 65 anos assim? Como se passa uma vida assim? Os anos, as estações, as datas que se repetem, e essa separação intransponível, esse silêncio absoluto, espécie de morte.

 

A estadia das famílias no Monte Kumgang durou 3 dias. Ao longo desse período, somados, os encontros efetivos corresponderam a um total de 11 horas. E como se passa essas horas? Cada palavra representa mil vezes todas as palavras que foram pensadas, cada olhar e cada toque representam mil vezes aquilo que se imaginou.

 

No ano 2000, realizou-se a primeira reunião entre famílias coreanas separadas pela guerra. Desde então, houve apenas 22 oportunidades de realizar esses encontros, com algumas dezenas de participantes de cada vez. A primeira lista de sul-coreanos que desejavam rever os seus familiares continha mais de 130 mil nomes. Desses, apenas 57 mil continuam vivos.

 

A senhora Han Shin-Ja é uma pessoa que existe, as suas filhas também. Enquanto estamos aqui, ela estará em algum lugar da Coreia do Sul, talvez a recordar detalhes das 11 horas que passou com as suas filhas septuagenárias.

 

Quando o autocarro começou a afastar-se, chorava quem ficava e quem partia. Entre os norte-coreanos mais novos, houve quem corresse pela estrada em busca de mais alguns segundos: a imagem daqueles que partiam por mais alguns segundos. Qual o valor desse tempo?

 

Como há bastantes famílias separadas e poucas oportunidades, não se repetem visitantes. Por isso, é quase certo que a senhora Han Shin-Ja nunca mais voltará a ver as suas filhas.

 

Se quiserem saber todos os segredos acerca da passagem do tempo, perguntem à senhora Han Shin-Ja. Entre o que ela sabe, há muito que nunca conseguiremos entender.

 

José Luís Peixoto, in Espiral do Tempo (setembro, 2018)

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publicado às 17:52



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