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Publicação sobre ida de José Luís Peixoto a Badajoz no primeiro dia da abertura de fronteiras.

Para ler em https://www.joseluispeixotoemviagem.com/

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A edição castelhana do romance Autobiografia estará disponível a 2 de julho.

Antecipando o lançamento,  a revista espanhola El Cultural entrevistou José Luís Peixoto sobre este surpreendente livro que tem Saramago como personagem.

A entrevista pode ser lida aqui: https://elcultural.com/jose-luis-peixoto-hoy-en-dia-saramago-lucharia-contra-la-muerte-de-las-utopias

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O livro infantil "Todos os Escritores do Mundo têm a Cabeça Cheia de Piolhos"  na hora do conto digital, disponível em 2 partes:

Parte I

Parte II

Este livro está editado em Portugal pela Quetzal e está disponível aqui: https://www.quetzaleditores.pt/pesquisa?q=piolhos

 

No Brasil, a edição é da Projeto e pode ser encontrada aqui: http://www.lojaeditoraprojeto.com.br/pd-6de0e8-todos-os-escritores-do-mundo-tem-a-cabeca-cheia-de-piolhos.html?ct=&p=1&s=1

 

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José Luís Peixoto iniciou uma colaboração com o jornal Ponto Final, publicado em Macau.
 
Vírgula, a crónica de José Luís Peixoto, será publicada na 1ª, 3ª e 4ª sexta-feira de cada mês, e poderá ser também lida online em todo o mundo.
 
Aqui está a primeira crónica:
 


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José Luís Peixoto conversou com José Maria Pimentel no promagrama Remotamente Interessante, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, sobre o tema "5 livros que mais ganharam com a releitura". 

Clique AQUI para assistir a essa conversa.

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www.joseluispeixotoemviagem.com é o endereço onde se pode ler textos de José Luís Peixoto sobre lugares e viagens. Para visitar o site, clicar AQUI

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Olhamo-nos nos olhos pela internet.

 

Eu transmito-te este domingo à tarde,

a voz do vizinho através da parede.

 

Tu transmites-me a distância que existe

depois do que consigo ver pela janela.

 

Durante a noite mudou a hora e, no entanto,

continuamos no tempo de ontem.

 

Como é raro este domingo, não podemos

garantir que amanhã seja segunda-feira.

 

O futuro perdeu-se no calendário, existe

depois do que conseguimos ver pela janela.

 

O futuro diz alguma coisa através da parede,

mas não entendemos as palavras.

 

Lavamos as mãos para evitar certas palavras.

 

E, mesmo assim, neste tempo raro, repara:

tu e eu estamos juntos neste verso.

 

O poema é como uma casa, tem paredes

e janelas, é habitado pelo presente.

 

Olhamo-nos nos olhos pela internet,

estamos verdadeiramente aqui.

 

O poema é como uma casa,

e a casa protege-nos.

 

José Luís Peixoto, 29 de Março de 2020

 

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Conversa entre José Luís Peixoto e Reginaldo Pujol Filho, no dia 6 de maio de 2020, no âmbito da atividade "Live de Cabeceira" da PUCRS, para ver aqui: 

 


Pour lire gratuitemente ICI:

SOUFRE, JOSÉ LUÍS PEIXOTO, ÉDITIONS DU SEUIL

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Non loin du village de Galveias, dans le sud du Portugal, un étrange objet tombé du ciel s’abat sur un champ, emplissant les lieux d'une insupportable odeur de soufre. Des pluies incessantes succèdent à une chaleur suffocante, le pain et la farine prennent un goût exécrable. Autour du cratère se rassemblent bientôt les habitants, dont la vie et les secrets sont peu à peu dévoilés, soudain mis à nu au contact du mystérieux phénomène agissant tel un révélateur. Sans que sa vieille mère le sache, le facteur a fondé depuis plus de vingt ans une famille en Guinée-Bissau, où il a fait son service militaire ; désireuse de répandre son savoir, la maîtresse d'école voit son établissement saccagé et sa chienne éventrée; la tenancière du bordel est aussi une habile boulangère brésilienne; les chiens errent et vivent de drôles d'aventures; les existences se déroulent et s'entrecroisent, heureuses ou malheureuses, les rancœurs des uns et des autres ressortent, profondément humaines. Dans un style imagé, José Luís Peixoto nous livre un roman qui décrit une réalité froide, tour à tour belle et laide, parfois blessante comme la vie.

« Un des écrivains les plus brillants de sa génération. »

José Saramago

Auteur

Journaliste littéraire, enseignant, poète, dramaturge et romancier, José Luís Peixoto (né en 1974) est traduit dans plus de vingt pays. Son roman Sans un regard a obtenu en 2001 le prix José-Saramago. En 2007, Le Cimetière de pianos a reçu le prix Calamus-Otra Mirada en Espagne. En 2016, le prestigieux prix Oceanos lui est décerné pour Soufre, le consacrant comme un des plus grands auteurs portugais d’aujourd’hui.

 

Traducteurs

Ana Isabel Sardinha Desvignes enseigne à Paris 3 Sorbonne Nouvelle. Avec Antoine Volodine elle a traduit Dribble de Sérgio Rodrigues et Mon amant du dimanche d’Alexandra Lucas Coelho.

Antoine Volodine (prix Médicis 2014 pour Terminus radieux) a traduit plusieurs auteurs russes, parmi lesquels Alexandre Ikonnikov, Maria Soudaïeva, Victoria Tokareva et Edward Limonov. Il est également traducteur de textes en portugais (Portugal, Brésil) en collaboration avec Ana Isabel Sardinha Desvignes.

 

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