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  <title>José Luís Peixoto</title>
  <subtitle>José Luís Peixoto</subtitle>
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    <name>José Luís Peixoto</name>
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  <updated>2012-05-17T09:33:40Z</updated>
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    <issued>2012-05-17T10:31:11</issued>
    <title>Conversa no Museu da Electricidade</title>
    <published>2012-05-17T09:33:40Z</published>
    <updated>2012-05-17T09:33:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;17 de Maio, às 18 horas, conversa entre António Lobo Antunes, Eduardo Lourenço e José Luís Peixoto. Entrada livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=1aynniGStETUvHZYAvVg"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc406c317/12301705_53kRw.png" alt="" width="156" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-14T22:56:57</issued>
    <title>Morreste-me tatuado</title>
    <published>2012-05-14T22:11:23Z</published>
    <updated>2012-05-15T11:26:19Z</updated>
    <category term="morreste-me"/>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Parto de ti, viajo nos teus caminhos, corro e perco-me e desencontro-me no enredo de ti, &lt;strong&gt;nasço, morro, parto de ti&lt;/strong&gt;, viajo no escuro que deixaste e chego, finalmente, a ti."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;in &lt;em&gt;Morreste-me&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=HvrYVcl0OQ51dAnodpSM"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B040939f7/12289007_9Lwvf.png" alt="" width="500" height="377" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Aos dois, a minha gratidão pela consideração implícita neste gesto. JLP)&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
  </entry>
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    <issued>2012-05-11T16:05:36</issued>
    <title>Autógrafos na Feira do LIvro de LIsboa, 12 de maio de 2012</title>
    <published>2012-05-11T15:07:35Z</published>
    <updated>2012-05-11T15:07:35Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;No dia 12 de maio de 2012, a partir das 14 horas, José Luís Peixoto estará a autografar os seus livros na Feira do Livro de Lisboa, no espaço do grupo Bertrand/Porto Editora.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-09T10:20:15</issued>
    <title>José Luís Peixoto na revista Bravo! (Brasil)</title>
    <published>2012-05-09T09:22:01Z</published>
    <updated>2012-05-09T09:22:01Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Artigo sobre a nova geração de romancistas portugueses no número de Maio da revista Bravo! (Brasil).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=mOncWSBvJB9j1PdYb8VN"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9309f7f0/12122744_T5OON.jpeg" alt="" width="407" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-07T10:05:11</issued>
    <title>Branco incandescente</title>
    <published>2012-05-07T09:07:09Z</published>
    <updated>2012-05-07T09:10:13Z</updated>
    <category term="biblioteca"/>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;


&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Havia os dias em que eu acordava com as vozes das mulheres na tapada. Começavam a trabalhar bastante cedo porque o calor era por demais. A partir de meio da manhã, já custava aguentá-lo; a partir da tarde, já ninguém podia com ele. As mulheres eram a minha mãe, a minha avó e, talvez, alguma vizinha a quem a minha mãe tivesse pedido para ajudar. A essa hora, a luz do sol já se espalhava por tudo: pelos torrões de terra, grossos, secos, pelas folhas finas das oliveiras ou pelo toque dos sinos na torre da igreja, a marcar as horas com pancadas solenes. As vozes das mulheres, feitas de manhã, misturavam-se com tudo isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu chegava ao quintal e me inclinava sobre o muro da tapada, via-as a caiarem as traseiras da nossa casa. Usavam lenços na cabeça que as tapavam até ao pescoço e, sobre eles, chapéus de palha. Por cima da roupa, usavam batas; por baixo das saias, usavam calças. Molhavam os pincéis grossos na cal e raspavam-nos ruidosamente nas paredes. Para chegarem às partes mais altas, os rebordos dos beirais, prendiam pincéis na ponta de canas com vários metros de altura. Eu admirava-me com esse trabalho. A cal escorria pela parede, aguada e branca. A parede cheirava a cal, a pedra fresca. As mulheres estavam sempre bem-dispostas. Nessas manhãs, pareciam-me mais novas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha rua, havia paredes de casas que tinham tantas camadas de cal sobrepostas, ano após ano, que tinham perdido a origem da sua forma. Eram casas brancas, de superfície ondulada, com as esquinas arredondadas. Eu sabia que as suas paredes eram grossas e que, mesmo debaixo da maior força do calor, eram frescas. Por fora, com as portas apenas no trinco, não era preciso fechá-las à chave, pareciam grutas brancas, fortes e limpas. Mesmo quando as viúvas morriam e não havia ninguém para caiar essas casas durante anos, as paredes mantinham o asseio. Então, eu e as crianças da minha idade, arrancávamos lascas de cal com as unhas e, às escondidas, gostávamos de comer as mais fininhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Havia também os dias em que eu acordava mais cedo e assistia à maneira como as mulheres tiravam grandes pedras de cal de uma saca e as deixavam cair num bidão meio cheio de água. As pedras de cal faziam a água ferver. Era esse o fenómeno, parecido com um milagre, a que eu queria assistir. Depois, seguravam um pau com as duas mãos e mexiam essa água grossa, branca, que rebentava bolhas lentas, acompanhadas por barulhos líquidos, como um animal cansado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesses dias, almoçávamos ensopado de borrego no quintal, à sombra dos pessegueiros. As mulheres falavam de qualquer assunto que as fazia sorrir, as suas vozes misturavam-se com o tempo. Eu ouvia-as, prestava atenção a cada frase, aquilo que diziam dissolvia-se em claridade, mas também reparava nas gotinhas de cal que lhes tinham secado na pele do rosto, a pouca distância dos olhos. Cal sobre a pele. Havia nitidez nas cores, a luz era toda verdadeira e, como o sol reflectido na cal, as mulheres encandeavam. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Luís Peixoto, in revista UP (Abril 2012)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=TnFfeiymGtG7ZAfK8gvO"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc009884d/12050630_Qnz3D.png" alt="" width="312" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-05-06T20:29:52</issued>
    <title>Mãe</title>
    <published>2012-05-06T19:31:59Z</published>
    <updated>2012-05-07T09:04:48Z</updated>
    <category term="a mãe que chovia"/>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=M2Q10CRDNud5E7F3Idz2"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B740988a5/12047756_5aeC6.png" alt="" width="500" height="294" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;In A Mãe que Chovia&lt;/p&gt;

&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-05-04T15:03:39</issued>
    <title>Feira do Livro</title>
    <published>2012-05-04T14:28:29Z</published>
    <updated>2012-05-04T14:52:40Z</updated>
    <category term="abraço"/>
    <category term="biblioteca"/>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;


&lt;p&gt;Agora, quando penso nisso, as nossas cores, as cores das nossas roupas e das nossas ideias são como um quadro de Renoir. Ficávamos sentados sobre a relva inclinada e, à nossa frente, como um rio, estavam as pessoas que subiam e desciam com sacos de plástico cheios de livros, que paravam para ver livros. Ficávamos sentados e apenas falávamos de livros, os que tínhamos comprado e, sobretudo, todos os que éramos capazes de imaginar. O mundo era um caminho que se abria à nossa frente, uma vertigem. Nós não tínhamos medo de nada quando líamos em voz alta de livros que trazíamos de casa. Sem que o soubéssemos, uma parte grande das nossas vozes era já definitiva, a maneira como hesitávamos era já definitiva. A sombra, o cheiro da relva e os altifalantes a anunciarem sessões de autógrafos. Agora, quando penso nisso, sinto um sabor doce nos lábios, fresco, é o sabor a supermaxi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, nesta tarde de calor, no nosso lugar, estão outros como nós. Compreendem tudo o que também nós compreendíamos, e já esquecemos. São ainda capazes do verão e, por consequência, da liberdade. Para eles, as palavras têm outro valor, encontram-nas em poemas que guardam em papéis dobrados no bolso de trás das calças, em livros que trazem de casa. As cores deles são nítidas como todos os objectos. Agora, enquanto subimos ou descemos, sacos de plástico cheios de livros, tentamos distingui-los e temos medo de já não sermos capazes de o fazer.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Luís Peixoto, in Abraço&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=zPOgiZF6SEmtvko6iijf"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3b0925ba/12026384_PV8w2.png" alt="" width="198" height="327" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-05-03T09:49:52</issued>
    <title>Facebook</title>
    <published>2012-05-03T09:01:12Z</published>
    <updated>2012-05-03T09:13:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;O facebook desactivou um dos meus perfis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tinha 2 perfis e 1 página, passei a ter 1 perfil e 1 página.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos poucos, o facebook tornou-se num meio que utilizo bastante para contactar com aqueles que se interessam por aquilo que escrevo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiquei muito surpreendido quando o meu primeiro perfil atingiu o limite máximo de 5000 aderentes. Quando criei o segundo, estava convencido que não chegaria de novo a esse número. Enganei-me. Quando isso aconteceu, criei uma página (sem limite de aderentes).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não me queixo da desactivação porque sabia que estava a desrespeitar uma regra importante do facebook, segundo a qual cada pessoa só pode ter um perfil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas tenho pena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No perfil agora desactivado estava em contacto com mais de 9000 pessoas (5000 amigos e mais de 4000 subscritores). Gostaria muito de continuar a poder comunicar com essas pessoas. Para isso, agradeço que, na medida do possível, me ajudem a dar conhecimento desta situação a essas pessoas, partilhando esta informação. Tendo perdido o perfil, perdi forma de lhes dar esta informação directamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, poderão ter acesso a tudo o que disponibilizo pelo facebook através da minha página, aqui:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/José-Lu%C3%ADs-Peixoto-oficial/112090358834967"&gt;http://www.facebook.com/pages/José-Lu%C3%A&lt;wbr /&gt;Ds-Peixoto-oficial/112090358834967&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou através do meu perfil, aqui:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/joseluispeixoto"&gt;http://www.facebook.com/joseluispeixoto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se eram meus amigos no perfil desactivado e querem continuar a ser, peço que, por favor, me escrevam uma mensagem para o perfil que acabei de referir. Na medida das minhas possibilidades, tentarei enviar alguns pedidos. No entanto, peço compreensão para o facto de não ser possível aceitar todos (como aconteceu com os que estão pendentes) e lembro que a subscrição permite ter acesso a toda a informação, comentar, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta situação motivou-me para disponibilizar ainda mais textos e informação através desta via. Espero muito sinceramente que possam acompanhar-me nesse tempo que virá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.joseluispeixoto.net/62470.html"&gt;Obrigado.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=lTBlh9OlPoPEJFGaNRTw"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7509dd15/11946731_GkNwk.png" alt="" width="458" height="231" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;


&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-05-01T01:01:22</issued>
    <title>A mãe que chovia, de José Luís Peixoto</title>
    <published>2012-05-01T00:14:31Z</published>
    <updated>2012-05-01T00:18:09Z</updated>
    <category term="a mãe que chovia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=gumtP1O2Yuro0ugtSu5l"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bad09e215/11780803_ZNUa2.png" alt="" width="500" height="103" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mãe que chovia, de José Luís Peixoto. Nas livrarias em Portugal. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=tRzG41yb79oRvMMPrUQ3"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B30093630/11781000_Rzl5c.png" alt="" width="500" height="88" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mãe que chovia, com ilustrações de Daniel Silvestre da Silva, é o primeiro título de literatura para crianças de José Luís Peixoto. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=DIR991jl7WYUMFF67Yfm"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B64091a5f/11781318_ShS6Z.png" alt="" width="476" height="478" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-30T17:00:15</issued>
    <title>Autógrafos na Feira do Livro de Lisboa 2012</title>
    <published>2012-04-30T16:02:06Z</published>
    <updated>2012-04-30T16:02:06Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;José Luís Peixoto estará a autografar os seus livros na Feira do Livro de Lisboa junto ao espaço da editora Quetzal, nos dias 5 e 12 de Maio, a partir das 17 horas. &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-30T09:10:13</issued>
    <title>摘自若泽·路易斯·佩绍托</title>
    <published>2012-04-30T08:13:38Z</published>
    <updated>2012-04-30T08:13:38Z</updated>
    <category term="中文译本"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;致我的母亲&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;母亲，我很遗憾。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;曾经我总是期望你能理解我从未说过的话和从未做过的举动。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;今天我知道我原来只是期望，母亲，期望是远远不够的。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;为那些我从未说过的话和你请求过多次而我却从未做过的举动，&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;我请求你原谅，母亲，我知道请求原谅是远远不够的。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;有时候，我多想说出那些话，可欲言又止。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;那张我依偎在你怀抱里的照片是我拥有的最美的照片。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;我喜欢你幸福的模样。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;请读出这句话：母亲，我爱你。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;我们都知道我可以一直假装从未写过这样的字句，&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;是的，母亲，我一定要假装从未写过。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;你也一定要假装从未读过这样的字句。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;我们就是这样。母亲，我懂，你也懂。&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;摘自若泽·路易斯·佩绍托《家，黑暗》&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tradução chinesa do poema "Palavras para a minha mãe", do livro "A Casa, a Escuridão", de José Luís Peixoto&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-13T17:43:48</issued>
    <title>Aula na Universidade de Comunicação da China, 13 de Abril</title>
    <published>2012-04-13T16:46:59Z</published>
    <updated>2012-04-13T16:46:59Z</updated>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=YLQklI4HZfR5ZtElapNh"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8c09bdb5/11427424_n33Gj.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-13T16:59:07</issued>
    <title>Notícia na TSF</title>
    <published>2012-04-13T16:00:45Z</published>
    <updated>2012-04-13T16:00:45Z</updated>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2414660"&gt;Link para notícia na Tsf (áudio).&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-13T16:47:29</issued>
    <title>Notícia no jornal Hoje Macau</title>
    <published>2012-04-13T15:55:38Z</published>
    <updated>2012-04-13T15:57:22Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=zIEtZ1e24WpMfelOAONg"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bed094365/11427079_KzfWM.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=czj1UVPtaiRu0lZLwzh6"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bea09d603/11427124_0znsV.png" alt="" width="500" height="154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-11T18:55:00</issued>
    <title>Universidade de Comunicação da China, Pequim</title>
    <published>2012-04-11T18:08:48Z</published>
    <updated>2012-04-13T16:31:24Z</updated>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Hoje, na Universidade de Comunicação da China, tive um encontro inesquecível com alunos de português de quatro universidades de Pequim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falei do que escrevo, falei de Portugal, do Alentejo, de literatura, da sociedade e da cultuta portuguesa, de mim e do mundo tal como o vejo, li poemas e excertos de textos, autografei livros e respondi a perguntas que não paravam de surgir. Rimo-nos e comovemo-nos juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tive a honra de ser o primeiro escritor de língua portuguesa a visitar esta universidade. Quero voltar. Hei-de voltar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas imagens:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=MyiHusOMaOsiW3ElsyZU"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B020908c3/11417922_3Ja3d.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=1PumFHgN1zojFSGfdb5Q"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2909b8bb/11427233_fgufD.png" alt="" width="0" height="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=ScL9Z3k5ROCce4vpQf4J"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc909cdbb/11427266_W1vZu.png" alt="" width="500" height="345" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=UBJi6V1ctCtBcK6FliPe"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3109bdef/11427310_m6EbK.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=mVHg3mhwzj9gF4ZCSLY6"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B330930ff/11417980_SczGW.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=6rMzs8jD9yRazUwgl5zI"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B29093a6e/11417986_qq6Zr.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=3qgzzEtIemdfNnNvVEZV"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1e09ddae/11417977_7JDDl.png" alt="" width="0" height="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-08T14:39:38</issued>
    <title>Pequim</title>
    <published>2012-04-08T14:01:15Z</published>
    <updated>2012-04-08T20:25:12Z</updated>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;


&lt;p&gt;Nas próximas semanas, desenvolverei algumas actividades literárias em Pequim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas actividades começam com uma palestra minha no dia 11 de Abril, à tarde, na Universidade de Comunicação da China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na medida das minhas possibilidades, irei dando conta desses compromissos neste espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=uYgKAbuquuZ1AkLoeVVe"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf709bc9f/11325315_99SnH.png" alt="" width="265" height="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cuc.edu.cn/"&gt;Universidade de Comunicação da China/中国传媒大学&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-04-08T14:37:09</issued>
    <title>Entrevista no Luxembrugo</title>
    <published>2012-04-08T13:38:51Z</published>
    <updated>2012-04-08T13:38:51Z</updated>
    <category term="vídeos"/>
    <content type="html">&lt;object width="390" height="270"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NNYfSVQwAkY?version=3&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NNYfSVQwAkY?version=3&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="390" height="270" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</content>
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    <issued>2012-04-01T10:49:18</issued>
    <title>O invisível a preto e branco</title>
    <published>2012-04-01T09:52:12Z</published>
    <updated>2012-04-01T09:55:11Z</updated>
    <category term="biblioteca"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Sinto ternura pelos actores de filmes portugueses dos anos trinta e quarenta. É uma ternura branda, que se alastra pelas coisas e, como o pôr-do-sol, se cola à paisagem. Por via desse sentimento, os actores de filmes portugueses dos anos trinta e quarenta pertencem-me um pouco. Por essa mesma via, também eu lhes pertenço. Somos contemporâneos nesse sentimento, temos longas conversas dentro dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse convívio, eles articulam cada palavra com cuidado. As frases mais simples são esculturas, moldadas sílaba a sílaba pela pronúncia de Lisboa, entre a Estrela e Campo de Ourique. Os actores de filmes portugueses dos anos trinta e quarenta, encontram-se nas mesas de uma pastelaria, pedem garotos de limão e bolos de arroz. Ouvi dizer que, aos domingos, se juntam em bailes, matinés onde os senhores estendem a mão às senhoras e lhes pedem a honra da próxima dança. Nunca assisti a esses bailes, mas não me é difícil imaginá-los, leves, a flutuarem aos pares, com os corpos a dois palmos de distância, mas com as mãos juntas, pele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vez, há alguns anos, quis mostrar um desses filmes a uma amiga croata que tinha aprendido português. Ela falava bastante bem, cantava canções portuguesas no duche. Talvez por isso, escolhi &lt;em&gt;A Canção de Lisboa&lt;/em&gt;, que clássico, Vasco Santana, Beatriz Costa, Ribeirinho, o primeiro filme sonoro português. Sentámo-nos no sofá, à meia-luz. Eu comecei a emocionar-me logo no genérico: os nomes, o tipo de letra, os tons de cinzento. E a música, melodia/felicidade. Falando de melodia, é possível falar-se de perfeição. A melodia transporta um sentido próprio que preenche os momentos, que os harmoniza. Nessa tarde, de estores baixos, os actores surgiram no ecrã da televisão a trocarem sorrisos, bem dispostos. Logo nas primeiras cenas, ao escutar frases que sabia de cor, frases que antecipava palavra a palavra, comecei a reparar que a minha amiga croata não se ria, não sorria sequer. O Vasco Santana dava o seu melhor e ela olhava-o indiferente. Decidi esperar dez minutos. Quando passaram, decidi esperar mais dez. Ao longo desse tempo, a minha amiga continuou impávida, com um ar de tédio ligeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tenho explicações definitivas. Talvez o humor desses filmes assente muito na escolha de palavras, nos trocadilhos com a língua e com a pronúncia; talvez as referências à realidade do país sejam muito específicas; talvez haja outras razões que não sou capaz de enumerar. Aquilo que é certo, já o comprovei mais vezes, é que os filmes portugueses dos anos trinta e quarenta não tocam esse público que não é português ( &lt;em&gt;x&lt;/em&gt; = 7 mil milhões - 10 milhões).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É pena. Não é pena para esse &lt;em&gt;x&lt;/em&gt; de milhares de milhões de pessoas que não sabem o que perdem, é pena para esses actores dos filmes portugueses dos anos trinta e quarenta, com cara de bonecos, estereotipadamente cómicos, a sentirem talvez que a sua cortesia foi em vão. Não foi. Por isso, rio-me mil vezes da mesma piada, ensino-a aos meus filhos e, se encontro algum actor dos filmes portugueses dos anos trinta e quarenta junto a uma passadeira, dou-lhe o braço e, devagar, ao seu ritmo, ajudo-o a atravessar a rua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Luís Peixoto, in revista UP - revista de bordo dos voos da TAP (Março de 2012)&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="fb-like"&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-03-25T19:20:55</issued>
    <title>Nenhum Olhar em versão e-book</title>
    <published>2012-03-25T18:24:25Z</published>
    <updated>2012-03-25T18:24:25Z</updated>
    <category term="nenhum olhar"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;No dia 30 de Março, pelas 18h30, a propósito da edição do romance Nenhum Olhar em versã e-book, José Luís Peixoto conversará sobre esse romance com Maria do Rosário Pedreira, primeira editora desse livro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Doze anos depois da sua primeira edição. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=44D5sGK55FW4EU4paZE1"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B18061cfc/10650554_NwlcL.jpeg" alt="" width="389" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-20T10:35:04</issued>
    <title>A mãe que chovia</title>
    <published>2012-03-20T10:38:23Z</published>
    <updated>2012-05-01T00:15:02Z</updated>
    <category term="a mãe que chovia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Capa e contracapa de &lt;em&gt;A mãe que chovia&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mãe que chovia é o primeiro livro infantil de José Luís Peixoto. Chegará às livrarias a 13 de Abril de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com ilustrações de Daniel Silvestre da Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=zVoafEUlT1TZ9CBe3hzJ"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1f0855c2/10610492_hDLz1.png" alt="" width="476" height="478" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=DJD2sJFzSl7hEzSoz0JZ"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5208a061/10610495_plb8d.png" alt="" width="475" height="481" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=RfL38viYyFYhjZTOazFU"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7e064c23/10610502_yQgfY.jpeg" alt="" width="500" height="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-15T22:05:42</issued>
    <title>José Luis Peixoto na FLIP 2012</title>
    <published>2012-03-15T22:10:27Z</published>
    <updated>2012-03-16T11:35:06Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <category term="morreste-me"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Luís Peixoto participará na edição da FLIP 2012. Pela primeira vez, fará uma leitura pública integral do seu livro "Morreste-me". &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=FoLM4UpRd2SyZCqwKHZ8"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5008417c/10576401_dR0mO.jpeg" alt="" width="334" height="211" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=HBiRkURCCN1b7SEDz175"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be5061563/10576405_i37wH.jpeg" alt="" width="271" height="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informações em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://bemaior.files.wordpress.com/2009/11/morreste-me_jose_luis_peixoto.pdf"&gt;Leia aqui o primeiro capítulo de Morreste-me.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-15T07:26:14</issued>
    <title>José Luís Peixoto no Luxemburgo</title>
    <published>2012-03-15T07:37:39Z</published>
    <updated>2012-03-15T15:41:42Z</updated>
    <category term="diários de viagem"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;15 de Março de 2012 - 20 horas - Sarau Literário - Mediateca da Caixa Geral de Depósitos, 180 Route de Longwy, L-1940 Luxembourg&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;16 de Março de 2012 - Lycée  - Encontro com alunos de português&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;18 de Março de 2012 - 15h30 - Conversa no Salon du Livre et des Cultures du Lexembourg&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=7QVVzwuzarQL2C60RjuB"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd60847df/10570982_11LBl.jpeg" alt="" width="240" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-12T09:41:37</issued>
    <title>Palestras "Passageiro Frequente"</title>
    <published>2012-03-12T09:43:33Z</published>
    <updated>2012-03-12T09:43:33Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=E4ZvBvztfEp027jElsmo"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1b06b7f7/10545066_q2RHt.png" alt="" width="322" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-10T16:06:12</issued>
    <title>Luz da Intensidade, por Luís Carmelo</title>
    <published>2012-03-10T16:21:03Z</published>
    <updated>2012-03-10T16:56:22Z</updated>
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    <category term="luz da intensidade"/>
    <category term="cemitério de pianos"/>
    <category term="uma casa na escuridão"/>
    <category term="nenhum olhar"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;"Luz da Intensidade" é o primeiro volume crítico publicado exclusivamente sobre a obra de José Luís Peixoto. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Detendo-se especialmente nos romances "Nenhum Olhar", "Uma Casa na Escuridão" e "Cemitério de Pianos", aborda com profundidade uma grande parte dos temas sugeridos pela obra romanesca de José Luís Peixoto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luís Carmelo (Évora, 1954) é autor de uma vasta obra literária e ensaística, de onde se destacam dez romances (com destaque para &lt;em&gt;A Falha&lt;/em&gt;, adaptado ao cinema por João Mário Grilo em 2002) e quinze livros de ensaio (incluindo o &lt;em&gt;Prémio A.P.E.&lt;/em&gt; de 1988) sobre semiótica, teoria da cultura, literatura e o cruzamento multidisciplinar de expressões contemporâneas.   Doutorado pela Universidade de Utreque (Holanda), o autor é professor na Escola Superior de Design (IADE), membro da Associação Portuguesa de Escritores (A.P.E.) e da Associação Internacional de Semiótica (I.A.S.S.-A.I.S.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/peixotoblog/fotos/?uid=lyGLOSCyO3vroTwDGWjq"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4105def5/10527933_ZdWoh.jpeg" alt="" width="254" height="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.wook.pt/ficha/a-luz-da-intensidade/a/id/12503590"&gt;À venda aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-08T01:52:38</issued>
    <title>Lecture de "Le Cimetière des Pianos" à Guérande</title>
    <published>2012-03-08T01:56:00Z</published>
    <updated>2012-03-08T01:57:01Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Lecture de deux extraits de "Le Cimetière des Pianos, de José Luís Peixoto.&lt;br /&gt;Lecture par Pascale et Olivier à la Médiathèque de Gérande. &lt;br /&gt;7 Mars 2012&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;object width="390" height="270"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jbUm-wbkHkI?version=3&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jbUm-wbkHkI?version=3&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;object width="390" height="270"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XEhU5t6FNNc?version=3&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XEhU5t6FNNc?version=3&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</content>
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