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José Luís Peixoto nasceu na aldeia de Galveias, no Alto Alentejo, onde viveu até aos 18 anos, idade em que foi estudar para a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Após terminar a sua licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de estudos ingleses e alemães, foi professor em várias escolas portuguesas e na Cidade da Praia, em Cabo Verde. Em 2001, dedicou-se profissionalmente à escrita.

 

Com apenas 27 anos, José Luís Peixoto foi o mais jovem vencedor de sempre do Prémio Literário José Saramago. Desde esse reconhecimento, a sua obra tem recebido amplo destaque nacional e internacional. Os seus livros estão traduzidos e publicados em 26 idiomas. O romance Galveias foi o primeiro livro de língua portuguesa a ser traduzido diretamente para o idioma georgiano, tendo acontecido o mesmo ao livro A Mãe que Chovia, que foi o primeiro a ser traduzido diretamente do português para o mongol.

 

Morreste-me foi escolhido como um dos 10 livros da primeira década do século XXI pela revista Visão. Nas mesmas condições, Nenhum Olhar foi escolhido como um dos livros da década pelo jornal Expresso.

 

O romance Uma Casa na Escuridão foi incluído na edição europeia de "1001 Livros para Ler Antes de Morrer - Um guia cronológico dos mais importantes romances de todos os tempos".

 

Nenhum Olhar foi incluído na lista do Financial Times dos melhores romances publicados em Inglaterra em 2007, tendo também sido incluído no programa Discover Great New Writers das livrarias americanas Barnes & Noble.

 

A sua obra tem sido abundantemente adaptada para espetáculos e obras artísticas de diversos géneros.

 

Tem sido colunista de vários órgãos da imprensa portuguesa, como é o caso do Jornal de Letras ou das revistas Visão, GQ, Time Out, Notícias Magazine, UP, entre outras.

 

 

Prémios

Galveias - Prémio Oceanos - Prémio de Literatura em Língua Portuguesa 2016 (Brasil)

Livro - Prémio Libro d'Europa 2013 (Itália)

A Criança em Ruínas - Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores 2013 (Portugal)

Gaveta de Papéis - Prémio de Poesia Daniel Faria 2008 (Portugal)

Cemitério de Pianos - Prémio Cálamo 2007 (Espanha)

Nenhum Olhar - Prémio Literário José Saramago 2001 (Portugal)

 

Recepção crítica

"Uma das revelações mais surpreendentes da literatura portuguesa. É um homem que sabe escrever e que vai ser o continuador dos grande escritores."
José Saramago

 

"Peixoto tem uma extraordinária forma de interpretar o mundo, expressa pelas suas escolhas certeiras de linguagem e de imagens."
Times Literary Supplement

 

"Um valor seguro da literatura portuguesa, com grande sentido de linguagem poética e grande domínio da língua portuguesa."
Manuel Vásquez Montálban

 

"O fantástico é contado com a naturalidade do quotidiano. A crónica e a fábula sobrepõem-se, como as histórias que contam ou presenciam ou calam as personagens de William Faulkner ou de Juan Rulfo."
António Muñoz Molina

 

"Como Saramago, José Luís Peixoto é um escritor tocado pelo génio."
Urbano Tavares Rodrigues

 

"Um dos escritores mais dotados do seu país."
Le Monde

 

"Peixoto articula um interessante discurso sobre a identidade e a orfandade, e elabora em paralelo um maravilhoso retrato psicológico do mundo rural português."
El País

 

Os seus livros têm tido referências críticas em publicações internacionais de referência como: The Independent, The Guardian, Times Literary Suplement, Esquire, Monocle, Metro, Time Out New York, San Francisco Chronicle, El País, El Mundo, ABC, Le Figaro, Le Monde, La Reppublica, Corriere de la Sera, L'Unità, Folha de S.Paulo, Estado de São Paulo, etc.

 

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publicado às 12:14


1 comentário

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De BE Lerporquesim a 16.09.2010 às 01:34

Boa noite José Luís. Sou Susana, professora de Filosofia numa escola secundária, em Amarante. Sigo há algum tempo o seu percurso literário, que admiro. É com algum embaraço que lhe escrevo porque imagino que o ritmo do seus compromissos não lhe deixe tempo para visitar/ conversar com alunos em escolas invisíveis, em pequenas cidades de província. No entanto, deixo-lhe aqui o convite para vir a Amarante, vale encantado, onde os livros são tesouros apenas para alguns, porque os outros,... ninguém os embalou, em crianças, ao adormecer, com histórias de encantar.
Atenciosamente, Susana- diasdasmanhasfrias@gmail.com

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